segunda-feira, 13 de abril de 2009

Começa em 90 dias a 12ª edição do mais antigo e mais tradicional modelo do Brasil. O glorioso
AMUN é hoje também o maior modelo universitário do Brasil, visto que a décima edição do MONU, que normalmente teria acontecido em dezembro de 2008, não foi realizada.

Está muito difícil prever qual país terá maior destaque no XIIAMUN. Há uma série de tópicos regionais. Vejamos os sete comitês:

  • African Union Peace and Security Council

    Topic A: The Africanization of the Security Framework: Challenges and Prospects

    Topic B: The Situation in Somalia and the African Union’s Response

  • ECOFIN Topic A: Financial Crises and the Role of Regulatory Regimes for International Financial Flows Topic B: Economic Sanctions as Tools for Political and Economic Coercion
  • UN Conference on Sovereignty and Self-Determination (CSDD) Topic: Rights of self-determination within the United Nations System
  • Human Rights Council Topic A: The Indian Caste System and the Issue of Untouchability Topic B: Intercultural and Interreligious Dialogue for a Culture of Peace
  • Organization of American States

    Topic A: The balance between order and justice – the human rights guarantees from authoritarian to democratic regimes

    Topic B: Crime persecution and human rights guarantees

  • United Nations Security Concil Topic: Cooperation between the United Nations and Regional Arrangements in the Prevention and Resolution of Conflicts
  • World Health Organization Topic A: Drugs: The Boundary between Licit and Illicit Topic B: The Cultural Dilemmas Behind Ilicit Drugs
É um dilema escolher um país bombante. Por um lado, está certo que a Índia é o maior desafio no CDH - a menos que a Índia não seja membro do CDH atualmente, corrijam-se se eu estiver errado. Por outro lado, os Estados Unidos de Obama podem ser muito bem-recebidos no CDH, se os EUA já estiverem no Conselho até lá (Hillary quer EUA no comitê). Os EUA também terão grande destaque no ECOFIN e no Conselho de Segurança (óbvio). Tenho dúvidas sobre o papel deles na OEA, uma vez que a política externa americana em relação a Venezuelas e etcs. é bastante tímida. Talvez a aproximação obâmica de Cuba possa mudar isso, porém. Forte atuação dos EUA também é esperada na OMS, mesmo porque os dois tópicos são bastante parecidos (mas espere destaque da Bolívia no tópico B).

A
Somália é outro país que pode bombar bastante, desde que seja membro do CPS da UA, algo que não tenho certeza (mas talvez o AMUN decida tê-la como membro convidado). Pode fazer pontos também na CSSD, comitê aliás em que o prêmio talvez seja o mais concorrido. Por quê? Porque na CSSD o destaque não irá necessariamente para os P-5, exceto China e Rússia, que têm separatistas mais ativos. A CSSD é o comitê onde os astros são países como Espanha, Indonésia, Bolívia, e trocentos países africanos. Espero também uma intensa atividade Israel-Palestina, e, se esses dois delegados forem bons, podem polarizar o comitê inteiro pra esse debate e subverter toda a universalidade do tópico!

Se tivesse de chutar delegações com grande potencial no AMUN, querendo fugir dos óbvios P-5, recomendaria:
Bolívia (OEA, drogas, auto-determinação), Líbia (muçulmano, africano, ator no Oriente Médio e cadeira no CS), Colômbia (drogas, OEA) e Venezuela (idem). Há potenciais bons espaços para Índia e Somália, e o Canadá pode surpreender no ECOFIN (sofre muito pouco com a crise, bom sistema bancário) e em outros comitês, como CSSD e OEA.

Toda esta especulação fiz sem a lista de países, que ainda não saiu. Fato é que as
inscrições abrem em 15 de maio, e o AMUN acontece de 13 a 17 de julho, pela segunda vez consecutiva no Instituto Rio Branco.

It's fun to stay at the A-M-U-N...

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A ideologia "por trás" dos modelos

Hoje é primeiro de abril. Este blog completa dois anos. (Veja nossos primeiros posts - vinte em um único mês, recorde nunca mais igulalado).

Em nosso primeiro aniversário, publiquei algo especial: uma entrevista com Guilherme Casarões, o vendido nº1.

Hoje venho de novo com um tópico especial. Dividido em três incríveis partes!



PARTE 1 - TEM SEMPRE ALGUÉM POR TRÁS

Esta primeira parte é necessária procês entenderem este post, apesar de não ter nada a ver com modelos. Ocorre aqui em Belo Horizonte, e provavelmente em todo o Brasil, um interessante fenômeno filosófico, resumido na frase "isso aí tem alguém por trás".

Basicamente: grandes filósofos e cientistas políticos brasileiros, em especial os taxistas, clamam, em qualquer evento político ou midiático mais interessante, que "tem alguém por trás".

"Você acha que o Obama virou Presidente à toa? Isso aí tem alguém por trás".

"Você acha que o Marcio Lacerda é que é o prefeito de Belo Horizonte? Isso aí tem alguém por trás".

"Esse Protógenes, sei não... Tem alguém por trás".

Etc., etc.

A brilhante pessoa que diz isso se sente muito inteligente ao fazê-lo. E, claro, nunca precisa se dar ao trabalho de dizer QUEM, afinal, está "por trás".

Pela sua repetição, pela sua sonoridade, e pelo seu duplo sentido, a irritante frase tornou-se um dos meus cacoetes favoritos do momento, e a estou usando em diversas conversas coloquiais aqui em Bê Agá.

Não se trata de atitude sincera. Ninguém tem o direito de ser sincero: tem sempre alguém por trás!

PARTE 2 - UM BLOG SÉRIO SOBRE SIMULAÇÕES SÉRIAS

Todo modeleiro deveria adicionar em seus favoritos o PaxSims, blog do professor Rex Brynen e do economista do Banco Mundial Gary Milante. No mínimo, é o blog com a melhor lista de links para simulações que já vi. Não, não simulações da ONU! - embora haja um link pra UNA-USA. Mas há trocentas simulações políticas, muitas delas pra lá de profissionais. Simula-se de tudo: a atividade de profissionais do Imposto de Renda americano, incluindo armas de brinquedo e algemas pros delegados; campos de refugiados; crises políticas em alto nível ("gabinetes"); pobreza (!); guerras; o que você puder imaginar. Tem muita simulação séria e de alto nível neste mundo, e, acredite, você não conhece um décimo delas!

Pois bem. Um dia eu volto ao PaxSims, que fica como presente de aniversário para quem freqüenta o blog. O que interessa, por ora, é que foi no PaxSims que vi o link para...

PARTE 3- A MOLLE INDUSTRIA E A IDEOLOGIA POR TRÁS DAS SIMULAÇÕES

... o site da Molleindustria, uma empresa italiana que quer discutir "as implicações sociais e políticas dos videogames", ou, dito de outra forma, enxergar as regras dos videogames como meio político.

Não se enganem. A Molleindustria é bem de esquerda, subversiva, revolucionária. Basta ver jogos como Oiligarchy, Operation: Pedo Priest (!) e McDonald's Videogame. Mas encaixo-a em minha lista de esquerdistas inteligentes e bem-humorados, como Larry Rohter e Thomas Friedman.

Uma questão levantada pela Molleindustria a respeito de seu jogo Oiligarchy (demorei pra perceber o trocadilho) vale para todos nós, e é muito importante.



Dizem eles:

"Since the inception of the Molleindustria project we argue that game design is never an ideologically neutral process: games, as every other cultural product, reflect the designers' beliefs and value systems. And this is particularly visible in games that claim to “simulate” actual non-deterministic situations.
We want to stress this idea by proposing a sort of politically informed 
post-mortem in which we describe the odd challenges of producing social commentary into a playable form.
Video games are intrinsically opaque texts due to their double nature of source code and playable software. Certainly the source code is the strictest manifestation of the algorithm, but it is generally unavailable or unintelligible to the player (...) There is no definitive way for the player to assess that a certain output is triggered by a certain input".


O que eles afirmam para videogames também serve para nossas simulações analógicas - que por mais que envolvam TI, ainda são basicamente analógicas, bem longe das simulações computadorizadas do Pentágono.

"Games referencing real-world elements and historical events are problematic cultural artifacts. Software does not constitute a document itself as a documentary footage or a journalistic report. Games often feature carefully reproduced elements such as characters, vehicles, and weapons, however the way these elements operate and relate to each other via the gameplay is always dictated by an algorithm that cannot be directly related to any actual entity (in the way, for example, a picture or a film have and direct, indexical relationship with objects in time and space). It is possible to create credible representations of phenomena that are already formalized into sets of rules (e.g. physical models), but when it comes to social systems or, more in general, human behavior our programming languages seem to be inappropriate tools".

Modelos também funcionam assim. São produtos culturais, cuja relação com o fenômeno representado não pode ser direta, mas depende de "algoritmos" e de muita mediação humana.
Nas simulações, os algoritmos definem como os inputs devem ser feitos. São as regras de procedimento, o credenciamento, os documentos de posição, o tempo de discurso, o formato da resolução (sempre GERÚNDIO PRIMEIRO e PRESENTE DO INDICATIVO depois, etc.), as regras para emendas e muitas outras.

Os outputs dependem da mediação humana. A recepção dos discursos pelos outros delegados, a votação das emendas e dos projetos de resolução, se a mesa diz "excelente uso do tempo" ou não, etc. E claro, os prêmios.

Não é possível ser neutro nesse esquema todo. Se a ONU é vista como grande assembléia de paz e solução dos problemas do mundo, há uma ideologia. Guias de Estudo podem deixar importantes fatos de fora, como a corrupção no Petróleo por Comida, as razões pelas quais França, Rússia e China não queriam a invasão ao Iraque em 2003, etc. Mesmo se esses fatos forem relevantes ao tópico.

Outra pergunta ideológica inescapável: fatos muito favoráveis ou desfavoráveis a um determinado país - portanto, a um delegado - devem constar no Guia de Estudos? A resposta é "depende". Mas cada "sim" e cada "não" resultam em conseqüências ideológicas no comitê. O Guia de Estudos sempre tem alguma autoridade. Faz diferença se um determinado fato precisa ser trazido por uma parte interessada, ou se esse fato está no guia elaborado pela organização do evento.

Alguém acha que algum Guia sobre o conflito árabe-isralense é neutro? Mesmo os Guias que criticam os dois lados caem num problema ideológico, que é o de equivalência das partes. Em muitos dos casos, eu (por exemplo) não concordo com isso, já que Hamas e Israel não são moralmente equivalentes. O primeiro não reconhece o direito do segundo existir.

"Despite that, mathematical models constituting the core of a game can be based on documents or derived from well-informed theories. Obviously the goal has not been to produce some kind of scientific, objective representation, but to outline a web of cause-and-effect-relations that can arguably share strong qualitative similarities with the mess we call reality".

Todo modelo, toda simulação, mesmo que não pense nisso, estabelece causas e efeitos. Esta constatação lança luz no debate ocorrido neste blog sobre prêmios, em abril de 2008. Napozêra lançou 10 razões para acabar com os prêmios em modelos; eu lancei minhas 10 razões para mantê-los.

Trata-se de discussão de causa e efeito, input e output. Napô argumento que prêmios não fazem sentido, são absurdos; eu rebati dizendo que prêmios existem na vida real. Quais causas devem resultar em quais efeitos? É decisão do programador. E nem sempre, aliás, quase nunca, o jogador tem acesso ao que o programador escreveu.

Este debate ganha mais relevância nas simulações de gabinetes, já que envolvem muito mais inputus e outputs, com grande freqüência.

- Invadir um país resultará em benefícios para a segurança? Valerá a pena? Quanto vai custar? Quem estará do nosso lado? Qual será a reação do público doméstico?

- Essa nova política do FMI ou do Banco Mundial - será bem recebida? Por quem? Ela seria aprovada na organização de verdade?

- Um delegado muito influente, que convença o comitê a aprovar algo absurdo - a Mesa deve deixar? Quais são as implicações?

- O modelo deve ter prêmios? Deve ter avaliações? Como serão feitas?

- O Guia de Estudos deve conter referências à corrupção dentro da ONU? Por quê?

- Em relação a conflitos, o Guia deve ser sempre "neutro"? Por quê? Isso resulta numa neutralidade de fato?

Na verdade, todo o debate pode ser resumido com o seginte trecho de entrevista, retirado do glorioso PaxSims. Fala a professora Sherry Turkle (MIT!) de estudos sociais e tecnologia: 

"There’s a generation that is growing up with the computer as an appliance, and they truly have no understanding of how it works. In my book, I tell the story of a girl who was a power player of the game Sim City. She talked to me about her “David Letterman Top Ten Rules of Sim City,” and rule number 6 was “raising taxes leads to riots” because when she did that, that happened in the game. She didn’t understand that if I had programmed that computer, raising taxes would’ve led to more social services and greater social harmony. She was drawing a set of conclusions about how the world worked based on the simulation. The trouble with that was not that she was using the simulation, but that the simulation wasn’t transparent to her".

É isso aí. Só porque acontece assim na simulação, não quer dizer que seja do mesmo jeito na vida real. OK, isso é óbvio.

O que não é óbvio é: quais as implicações ideológicas das relações causa-efeito que estabelecemos em nossas simulações?

Na sua simulação, aumentar impostos leva a protestos ou a mais serviços sociais e harmonia social (ugh)? E por quê?

(Exemplo de jogo ideológico da crise econômica: http://www.tiltfactor.org/layoff/)

segunda-feira, 23 de março de 2009

Site bunitím dimais

Ô genti, esse aqui 'cêis vão tê qui vê.


As bandeirinha tudo, i us línqui dus sáite das missãonasnaçõizunidzs!

domingo, 22 de março de 2009

A Teoria Cognitiva e os MUN's

Comunicação. Do latim "communicare", que significa tornar comum, compartilhado. Sem ela não há entendimento entre duas ou mais pessoas e, logicamente, não haveria modelos.

A Teoria Cognitiva vem do campo da psicologia, criada por Piaget, e trata, basicamente, sobre os processos de aprendizagem e desenvolvimento das pessoas (não me aventurarei nestas searas da psicologia, tentando explicar em detalhes, senão na área das negociações). Ainda simplificando as coisas, esta teoria possui duas abordagens: uma em que a pessoa recebe a informação sem questionamentos, com base naquilo que ela já conhece/possui; outra onde há, de fato, questionamentos a respeito daquela informação obtida - esta que nos interessa!!

OK, what the hell isso tem a ver com negociações e (pior ainda) com modelos?! Calma, vamos lá!

A Teoria Cognitiva tem grande importância para as Relações Internacionais, sendo aplicadas no entendimento e estudo das negociações, dando ênfase na análise processual destas.
Você pode estar pensando "esse negócio não chegará a lugar nenhum", mas tenha fé, vamos desenrolar mais ainda.



Toda negociação é formada por pessoas. E como boas (ou más) humanas que são, elas possuem estruturas de conhecimento pré-existentes: cultura, educação, preconceitos etc. Desta forma, os diplomatas de todo o mundo chegam às salas de negociação munidos de suas diretrizes de política externa E dos seus conceitos e preconceitos pessoais. O mesmo acontece com os modeleiros. E mesmo que muitos possam vir a discordar, isso influencia muito e é pouquíssimo comentado nas rodas de bate-papo modelísticos. Vejamos algumas situações, ainda utilizando esta teoria e colocando-a em análise ao cenário modeleiro brasileiro.

Nos "Grand Slams" (tanto por tamanho quanto por importância) dos modelos brasileiros temos participação de delegados de todo o Brasil e mesmo de alguns outros países. Isso por si só já facilitaria que o processo de comunicação entre eles, que defendem instituições diferentes (muitas com rixas homéricas), de cursos diferentes (idem) e são originários de estados diferentes (ibidem). "Pessoal daquela Universidade é tudo folgado", "Ô estadinho de gente &^#@³¤€", "Só tem #@&*¥× naquele curso" podem ser exemplos do que estou a falar.

Isto pode acontecer por uma associação por critério de semelhança, interpretando-se o todo por uma parte, estereotipando (exemplo didático: brasileira (ou brasileiro, para as mulheres leitoras) loira, alta, olhos claros é o estereótipo da sulista, mas ela pode ter nascido em qualquer outra parte do país).
Ou por correlação com eventos anteriores e demais memórias (exemplo didático: fui a Brasília e fui mal recebido, maltratado e odiei. Anos depois, ao voltar a Brasília, existe a expectativa de acontecer o mesmo que anteriormente).

Além disso, tem o país que aquela pessoa está a representar. O delegado, antes de delegado, é pessoa. E como pessoa possui um acumulado pessoal de idéias e julgamentos a respeito daquele(s) país(es) que está(ão) na contenda. E isso dissimula seu jeito de negociar, por mais que ele seja o super-defensor-estou-agindo-exatamente-como-manda-minha-política-externa, pois este tipo de ação e reação não é calculada, é inerente ao ser humano. A mesma comparação pode dar-se sobre temas a serem negociados (Direitos Humanos, Economia, Segurança etc).

Também entra aí a importante questão da interpretação e da leitura do que o outro está falando/fazendo, ou do que você está falando, gesticulando, expressando...

Sendo assim, por meio desta teoria podemos identificar mudanças ou manutenção de certos comportamentos em delegados, seja de acordo com países ou áreas temáticas em que estejam inseridos e quem são os que estarão "contra" ou "a favor" deles. E isso tudo também serve para a mesa!!!

Como toda teoria, esta não explica tudo, mas traz à tona um aspecto bem importante/interessante sobre todo delegado e staff: (quase) todos são humanos e estão sujeitos às imperfeições desta condição.

O que os senhores e senhoras embaixadores acham do uso desta teoria para o estudo das negociações? Algum acontecimento nos MUN's mundo afora onde compartamentos como os falados aqui influenciaram nas negociações de modo substancial?

sexta-feira, 13 de março de 2009

MIRIN: Inscrições abrem dia 22

Pois é, pessoas! Continuando a nossa campanha de informação pública sobre os modelos, o VI MIRIN vai abrir suas inscrições dia 22 de março, e conta com os seguintes comitês

  • Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados Histórico (ACNURH): a Repatriação dos Refugiados no Camboja em 1992;
  • Conselho Europeu : A Problemática do Oriente Médio e a Revisão da Política Européia de Segurança e Defesa (PESD)
  • Conferência de Mudanças Climáticas de Copenhagen : Regime pós-Quioto
  • Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) : A questão de Mianmar
  • Organização Mundial do Comércio : Novos caminhos na Liberalização da Agricultura e Bens Industriais
  • Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento : Reconstrução e Desenvolvimento pós-Guerra Civil - O Caso de Serra Leoa
  • Organização das Nações Unidas para Educação Ciência e Cultura : Comitê de Bioética - Debate sobre Clonagem Humana
  • United Nations Historical Security Council (UNHSC): The issue on Abkhasia, Georgia (1993)
  • Comitê de Organizações Não-Governamentais
Como podem notar, a edição desse ano do modelo traz algumas inovações, como o Comitê de ONGs e um ACNUR Histórico, e ainda mantém os tradicionais Conselho Europeu e UNSC. Acontecerá entre 27 a 31 de julho, na PUC-Rio.

Você, Secretário Geral de modelo, não se sinta intimidado: mande as informações de sua simulação para correiodiplomatico@gmail.com!